(...) Eu nunca vou entender porque a gente continua voltando pra casa querendo ser de alguém, ainda que a gente esteja um ao lado do outro. Eu nunca vou entender porque você é exatamente o que eu quero, eu sou exatamente o que você quer, mas as nossas exatidões não funcionam numa conta de mais...
Mas aí, daqui uns dias.... você vai me ligar. Querendo tomar aquele café de sempre, querendo me esconder como sempre, querendo me amar só enquanto você pode vulgarizar esse amor. Me querendo no escuro. E eu vou topar. Não porque seja uma idiota, não me dê valor ou não tenha nada melhor pra fazer. Apenas porque você me lembra o mistério da vida. Simplesmente porque é assim que a gente faz com a nossa própria existência: não entendemos nada, mas continuamos insistindo."
Ela tinha 14 e ele 21, eram totalmente diferentes. Ela gostava de Rock e ele de Rap, ele fazia bico nos horários vagos e ela estudava na casa das amigas. Isso aconteceu em 1974, e foi tudo por acaso. - Dizia a filha deles.
Eu te amo independente do amor. Eu te amo quando considerar errado amar. Eu te amo quando for proibido, quando me deixarem, quando você quiser e principalmente quando não quiser e precisar. Quem sabe você precise do meu amor tanto quanto eu preciso te amar.
SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI. SOBRE VOCÊ AQUI.